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Cely Arrais: cinco homens denunciados pela execução da vereadora

Resumo

A vereadora Cely Arrais, de Aiuaba, foi assassinada a tiros em 21 de fevereiro de 2017 no distrito de Bom Nome; em 21 de outubro o Ministério Público apresentou denúncia contra cinco homens, que respondem por homicídio qualificado e organização criminosa armada. A acusação se apoia em imagens de videomonitoramento e material extraído de celulares apreendidos.

Cely Arrais: cinco homens denunciados pela execução da vereadora
Foto: Divulgação
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Cely Arrais — a vereadora de Aiuaba foi executada dentro da casa onde vivia em uma fazenda no distrito de Bom Nome; a denúncia do Ministério Público contra cinco homens chega mais de nove anos após o crime, mudando o rumo das investigações e reacendendo o debate sobre violência política e vingança em áreas rurais.

Denúncia detalha nomes, idades e qualificadoras

A denúncia lista cinco acusados: Antônio Eldo Nogueira de Sousa, 44 anos; Francisco Elton da Silva Sousa, 43; Antônio Neves Pereira, 57; Francisco André Gonçalves Feitosa, 36; e Antônio de Araújo Chaves Neto, 50.

Alguns deles foram apontados por homicídio qualificado com as qualificadoras de motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa; outros respondem também por integrar organização criminosa armada, segundo a peça acusatória.

A denúncia do Ministério Público foi embasada em imagens de videomonitoramento e em material extraído de aparelhos celulares apreendidos com os investigados.

Contexto local e sequência de mortes

O homicídio ocorreu em 21 de fevereiro de 2017; após a execução, a vítima foi socorrida a um hospital em Pio IX, no Piauí, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a peça acusatória, o crime se insere em um contexto de disputas familiares, políticas e econômicas na região, e teria sido motivado como retaliação pela morte de Marcos Antônio Solano Feitosa, conhecido como “Marcos Baladeira”, ocorrida em outubro de 2016.

Nos meses anteriores e posteriores ao crime de Cely houve outras vítimas ligadas a essas rivalidades: em 2016 o cunhado dela, José Valmir de Sousa, também vereador, foi morto durante a campanha eleitoral; no início de 2017 morreram o irmão da parlamentar e o marido dela, entre outros episódios de violência.

Popularmente, moradores relataram ameaças anteriores à vida da vereadora, mas a polícia afirmou que o local ermo onde ela morava dificultou medidas de proteção e monitoramento intensivo na época.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

Quem foram os denunciados pela morte da vereadora Cely Arrais e quais acusações pesam sobre eles?

A vereadora Cely Arrais teve cinco homens denunciados: Antônio Eldo Nogueira de Sousa (44), Francisco Elton da Silva Sousa (43), Antônio Neves Pereira (57), Francisco André Gonçalves Feitosa (36) e Antônio de Araújo Chaves Neto (50). A peça acusatória aponta homicídio qualificado contra alguns e participação em organização criminosa armada contra outros, com qualificadoras como motivo torpe.

Quando e onde aconteceu o homicídio de Cely Arrais e como foi o socorro?

O homicídio de Cely Arrais ocorreu em 21 de fevereiro de 2017, no distrito de Bom Nome, zona rural de Aiuaba. Após ser atingida a tiros, ela foi levada a um hospital em Pio IX, no Piauí, onde morreu; a denúncia relaciona o ataque a um contexto de retaliação por uma morte anterior em outubro de 2016.

Em que provas a denúncia do Ministério Público se baseia para acusar os cinco suspeitos?

A denúncia contra os suspeitos da morte de Cely Arrais se apoia em imagens de videomonitoramento da região e em material extraído de aparelhos celulares apreendidos com os investigados. O documento do Ministério Público também menciona conexões entre os homicídios anteriores e a motivação apontada como retaliação.

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POR Gloria Maria
Gloria Maria

Redação e entretenimento | Gloria Maria escreve sobre entretenimento, cultura pop e os assuntos do momento. Aposta em textos leves e diretos, feitos para quem quer se informar sem rodeios.

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