Isabelle Caracristi — a investigação sobre a morte da estudante de Direito ampliou o escopo técnico e probatório: foram colhidos depoimentos de 29 pessoas e produzidos 17 laudos periciais que embasam o encerramento do inquérito, agora encaminhado para avaliação do Ministério Público e da Justiça.
O alcance da apuração e as provas reunidas
A apuração foi conduzida por equipes da 2ª Delegacia de Polícia da Capital, 2ª Delegacia de Defesa da Mulher e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio da Perícia Forense do Estado (Pefoce).
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Entre os documentos técnicos estão necropsia, toxicologia, laudo de local de crime, DNA, papiloscopia e análises de áudio e vídeo; cerca de 700 gravações de câmeras foram avaliadas durante o processo.
"Pelo contrário, nosso cliente sempre cooperou integralmente com as investigações. João disponibilizou o telefone de seu irmão para a Polícia e a Perícia no dia do fato. Tanto é verdade que foi por meio desse número que a Polícia entrou em contato com a família da universitária." — defesa de João Munhoz Neto.
Consequências jurídicas e próximos passos
Com o inquérito finalizado, o procedimento foi remetido ao Ministério Público do Ceará (MPCE), que decidirá se apresenta denúncia contra João Munhoz Neto; depois caberá ao Tribunal de Justiça do Estado (TJCE) avaliar eventual recebimento da peça acusatória.
No relatório, João Munhoz foi indiciado por violência psicológica e fraude processual; a Polícia não apontou indiciamento por induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
O que apurou o inquérito sobre a morte de Isabelle Caracristi?
O inquérito sobre Isabelle Caracristi apurou a queda do 23º andar do edifício na Aldeota e colheu depoimentos de 29 pessoas, além de 17 laudos periciais elaborados pela Pefoce, incluindo necropsia, toxicológico e análise de vídeos; o procedimento foi remetido ao Ministério Público para decisão sobre denúncia.
Qual é a situação judicial de João Munhoz Neto após o encerramento do inquérito?
João Munhoz Neto foi indiciado por violência psicológica e fraude processual no inquérito sobre a morte de Isabelle Caracristi; ele chegou a ser preso preventivamente em 22 de setembro e foi solto com medidas cautelares no dia 1º, enquanto o Ministério Público avalia eventual denúncia.
Quais provas técnicas sustentam a conclusão das autoridades no caso?
As conclusões sobre a morte de Isabelle Caracristi foram apoiadas por 17 laudos da Perícia Forense do Estado (Pefoce), entre eles necropsia, laudo de DNA, papiloscopia e análise de áudio e vídeo, além da checagem de cerca de 700 imagens de câmera coletadas durante a investigação.
Dimitri Lares