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Isabelle Caracristi: mãe acusa ex-namorado indiciado por violência

Resumo

A mãe da estudante Isabelle Caracristi, Isorlanda, publicou vídeo em que afirma ter sofrido ataques à imagem da família e acusa o ex-namorado, João Munhoz Neto, de violência. O inquérito sobre a morte foi concluído em 30 de setembro com 17 laudos que apontaram precipitação voluntária; João foi indiciado por violência psicológica e fraude processual, preso em 22 de setembro e liberado após dez dias com medidas cautelares.

Isabelle Caracristi: mãe acusa ex-namorado indiciado por violência
Foto: Divulgação
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Isabelle Caracristi — a mãe da estudante, a professora universitária Isorlanda, voltou a cobrar apuração e responsabilização um mês após a morte da filha, publicando nas redes sociais um vídeo de quase dez minutos em que faz acusações contra o ex-namorado e descreve as dificuldades do luto e da exposição pública.

Luto público, denúncias e reação da família

Na gravação, Isorlanda agradeceu o apoio recebido de familiares e conhecidos e detalhou como a ausência de Isabelle se manifesta no dia a dia: oscilações emocionais e a impossibilidade de retomar a rotina anterior.

Além do relato sobre a saudade, a mãe contestou conteúdos que considera ofensivos à memória da filha e rejeitou tentativas de apresentar o ex-namorado como vítima. Ela afirmou que seguirá acompanhando as medidas tomadas pelas autoridades enquanto busca respostas.

“Essa dor que eu sinto, imensa, eu estou transformando em força.”

Inquérito, indiciamento e defesa

O inquérito policial sobre a morte de Isabelle foi concluído em 30 de setembro, com a juntada de 17 laudos periciais, e apontou precipitação voluntária como causa. No encerramento da investigação, João Munhoz Neto foi indiciado por violência psicológica e fraude processual.

João chegou a ser preso em 22 de setembro e permaneceu detido por dez dias; após a soltura ele ficou sujeito a medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica. A defesa, por sua vez, afirmou ter intenção de demonstrar a inocência do investigado e contestou a necessidade da prisão preventiva.

É preciso distinguir procedimentos: o indiciamento é um ato da investigação policial e não equivale a denúncia pelo Ministério Público nem a condenação judicial; as etapas seguintes cabem às instituições competentes.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

O que Isorlanda disse sobre as acusações contra João Munhoz Neto?

Isorlanda, mãe de Isabelle Caracristi, afirmou em vídeo de quase dez minutos que o ex-namorado sofreu denúncias de violência sexual e psicológica e contestou tentativas de retratá‑lo como vítima. Ela relatou relatos de outras mulheres ligados a um escritório de advocacia e disse que seguirá buscando responsabilização.

Qual foi a conclusão do inquérito sobre a morte de Isabelle Caracristi?

O inquérito sobre a morte de Isabelle Caracristi foi concluído em 30 de setembro, com 17 laudos periciais reunidos, e apontou precipitação voluntária como causa. A conclusão integra a investigação policial, que agora segue seus trâmites; não substitui etapas de denúncia ou julgamento.

O que aconteceu com João Munhoz Neto após a prisão em setembro?

João Munhoz Neto foi preso em 22 de setembro e ficou detido por dez dias; após a liberdade ele foi indiciado por violência psicológica e fraude processual e liberado com medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. O indiciamento não significa condenação e o caso segue em apuração.

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POR Leticia Rodrigues
Leticia Rodrigues

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