João Munhoz Neto — a revogação da prisão preventiva e a consequente saída do presídio em Aquiraz colocam um novo foco sobre o andamento das apurações relacionadas à morte de Isabelle Caracristi; a liberdade, embora parcial, altera a dinâmica das diligências e reacende dúvidas entre familiares e investigadores.
Saída do presídio e medidas impostas pela Justiça
João Munhoz Neto deixou a unidade prisional na tarde de quinta-feira (1º) após decisão do juiz da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza que revogou a prisão preventiva. A soltura decorreu de pedido da defesa e de manifestação do Ministério Público.
João Munhoz Neto: MP se mostra favorável à soltura
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Como condição para a liberdade, a Justiça determinou monitoramento eletrônico, a proibição de deixar a comarca e a obrigação de manter distância dos familiares de Isabelle Caracristi. Os motivos detalhados para a revogação da prisão não foram divulgados no material público sobre a decisão.
“Ele nunca fez nada do que está sendo acusado.”
Avanço das investigações: depoimentos, perícias e material analisado
A investigação conduzida pela Polícia Civil do Ceará segue com múltiplas frentes. Até a última segunda-feira (28), 28 pessoas haviam sido ouvidas e 13 análises periciais haviam sido concluídas, segundo o quadro de trabalho divulgado pelas autoridades.
O inquérito conta com a atuação de 20 peritos e auxiliares, reunindo análise de celulares, dispositivos eletrônicos e imagens de câmeras de segurança. Depoimentos colhidos incluem a ex-mulher de João Munhoz, uma diarista que trabalhava na residência e a síndica do prédio onde o casal morava; as imagens citadas na apuração mostram trechos da circulação de pessoas na noite do episódio.
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Perguntas Frequentes
Por que João Munhoz Neto foi colocado em liberdade e quais medidas passaram a vigorar?
João Munhoz Neto foi beneficiado pela revogação da prisão preventiva pelo juiz da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, após pedido da defesa e manifestação do Ministério Público; a decisão não detalhou publicamente os fundamentos. A liberdade veio acompanhada de monitoramento eletrônico, proibição de deixar a comarca e obrigação de manter distância dos familiares da vítima.
Em que situação está a investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi após a soltura de João Munhoz Neto?
A investigação sobre Isabelle Caracristi continua em andamento, com o Grupo Especial de Investigação atuando em diligências; até a última segunda-feira (28) foram ouvidas 28 pessoas e concluídas 13 análises periciais. Equipes do Departamento de Homicídios e outras delegacias trabalham na reconstrução da sequência de eventos e na análise de celulares e imagens de segurança.
Quem prestou depoimento relacionado a João Munhoz Neto e que imagens fazem parte da apuração?
Entre as pessoas ouvidas estão a ex-mulher de João Munhoz Neto, uma diarista que trabalhava na residência e a síndica do prédio; a ex-mulher prestou depoimento no sábado (26). Imagens de câmeras citadas na apuração mostram a ex-mulher acompanhando João em momentos da noite, presença em uma missa no bairro de Fátima, registro na Rodoviária de Fortaleza e o retorno posterior de João ao prédio onde morava com Isabelle.
Mariana Costa