João Munhoz Neto — a revogação da prisão do bacharel em Direito muda o cenário processual do caso envolvendo a morte de Isabelle Caracristi e impõe um conjunto de restrições que acompanham a investigação em andamento. A decisão judicial interrompeu a custódia preventiva, mas manteve controles que visam preservar a apuração e a segurança dos envolvidos.
Revogação da prisão e medidas cautelares
A ordem de soltura para João Munhoz Neto foi proferida pelo Juízo da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, que acolheu manifestação favorável do Ministério Público do Ceará e revogou a prisão preventiva do investigado.
PRF apreende 2 kg de cocaína em ônibus que saiu de Fortaleza para Recife
Leia a matéria completa →
Victor Haak acusa Santa Casa de São Roque de negligência após parto
Veja o que aconteceu →
Cristiano Ronaldo: irmã mostra casa de infância na Madeira
Veja o que aconteceu →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além da soltura, a decisão estabeleceu medidas cautelares: distanciamento dos familiares da vítima, monitoramento eletrônico (tornozeleira) e proibição de se ausentar da comarca onde tramita o processo.
"O Juízo da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza acolheu a manifestação do Ministério Público e revogou a prisão de João Munhoz Neto".
Investigação e contexto do relacionamento
João Munhoz Neto passou nove dias preso por suspeitas de violência psicológica e de ter induzido ao suicídio a universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, que caiu do 23º andar do edifício onde morava na Aldeota.
A Polícia Civil do Ceará (PCCE) conduz investigações com base em depoimentos prestados na 1ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e em laudos da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), que indicaram que o investigado não estava no apartamento no momento em que a vítima se precipitou. A defesa, representada pela advogada Ligia Peixe, afirmou não ter conhecimento sobre a decisão judicial até o momento.
O que você acha? O que você acha dessa decisão judicial e das medidas aplicadas ao caso? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Por que João Munhoz Neto teve a prisão revogada pela Justiça do Ceará?
A decisão que revogou a prisão de João Munhoz Neto ocorreu após pedido da defesa e manifestação favorável do Ministério Público do Ceará; o Juízo da 5ª Vara do Júri de Fortaleza acolheu esse parecer e substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares, mantendo monitoramento eletrônico e afastamento dos familiares da vítima.
Há quais medidas cautelares João Munhoz Neto ficou sujeito após a soltura?
João Munhoz Neto ficou sujeito a medidas cautelares que incluem o distanciamento dos familiares da vítima, o uso de monitoramento eletrônico (tornozeleira) e a proibição de se ausentar da comarca de Fortaleza, conforme estabelecido pela decisão judicial que revogou sua prisão preventiva.
Como a investigação da Polícia Civil trata o caso de Isabelle Caracristi?
A investigação da Polícia Civil do Ceará (PCCE) apura se houve induzimento ao suicídio e violência psicológica no contexto da morte de Isabelle Caracristi; o inquérito inclui depoimentos na 1ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa e laudos da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) que atestaram que a vítima se precipitou do 23º andar e que o investigado não estava no imóvel no momento.
Samuel Vitor