João Munhoz — a revogação da prisão preventiva altera o estado processual do investigado: ele deixa o sistema prisional, mas permanece submetido a determinações judiciais enquanto a apuração sobre a morte de Isabelle prossegue em Fortaleza.
Decisão judicial e medidas substitutivas
A Justiça do Ceará revogou a prisão preventiva que mantinha João detido desde 22 de setembro, após pedido da defesa e manifestação favorável do Ministério Público apresentada na quarta-feira (30).
Douglas Queiroz Farache é preso com R$ 350 mil em mochilas
Leia a matéria completa →
PRF apreende 2 kg de cocaína em ônibus que saiu de Fortaleza para Recife
Leia a matéria completa →
Victor Haak acusa Santa Casa de São Roque de negligência após parto
Veja o que aconteceu →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Com a revogação, passaram a valer medidas cautelares propostas para substituir a prisão: comparecimento mensal à Central de Alternativas Penais, proibição de sair de Fortaleza, obrigação de informar endereço atualizado e comparecimento aos atos do processo.
A prisão preventiva de João Munhoz foi decretada em 22 de setembro; a nova decisão permite que ele responda ao processo em liberdade, sujeito a recolhimento domiciliar no período noturno, uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.
Contexto da investigação sobre a morte de Isabelle
A investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos, continua em segredo de Justiça. Isabelle foi encontrada morta em 13 de setembro no prédio onde morava, na Aldeota, em Fortaleza, e a perícia apontou politraumatismo por precipitação voluntária.
A apuração policial reúne depoimentos, mensagens e imagens de câmeras de segurança e investiga relatos de comportamento controlador, suspeitas de violência psicológica e eventual indução ao suicídio. A defesa de João mantém a contestação, afirmando que ele não estava no condomínio no momento da queda.
O que você acha? O que você acha dessa polêmica? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quais medidas cautelares João Munhoz terá que cumprir após a revogação da prisão?
João Munhoz terá medidas cautelares que incluem comparecimento mensal à Central de Alternativas Penais, proibição de deixar Fortaleza e obrigação de informar endereço atualizado. Também foram propostas recolhimento domiciliar no período noturno e uso de tornozeleira eletrônica, além da obrigação de comparecer a atos processuais para os quais for intimado.
Quando João Munhoz foi preso e qual o ponto decisório para a revogação?
João Munhoz foi preso preventivamente em 22 de setembro, nove dias após a morte de Isabelle em 13 de setembro. A revogação ocorreu depois que a defesa solicitou a substituição da prisão e o Ministério Público apresentou parecer favorável em 30 de setembro, cabendo à Justiça a decisão final sobre a soltura.
A revogação da prisão de João Munhoz encerra a investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi?
A revogação da prisão preventiva de João Munhoz não encerra a investigação; o procedimento policial segue em tramitação sob segredo de Justiça. A Perícia Forense do Ceará indicou politraumatismo por precipitação voluntária, mas a Polícia Civil continua a apurar circunstâncias, depoimentos, mensagens e possíveis indícios de violência psicológica ou indução.
Mariana Costa