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Malévola Alves: amiga relata madrugada sem água nem comida na prisão do Egito

Resumo

Malévola Alves foi detida no Egito junto da amiga Bruna Mercatelli após gravarem vídeos em espaços públicos; a prisão ocorreu durante passeio em Alexandria. Bruna publicou relatos nas redes sociais descrevendo falta de comida e água, transporte em um camburão sem ventilação e interrogatórios. As brasileiras foram liberadas após pagamento de fiança de cerca de R$ 10 mil e têm retorno ao Brasil previsto para a noite de 22/10.

Malévola Alves: amiga relata madrugada sem água nem comida na prisão do Egito
Foto: Divulgação
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Malévola Alves — o episódio no Egito ganhou contornos de tensão quando uma amiga que esteve detida descreveu condições degradantes durante a prisão e o transporte até o aeroporto. Os relatos expõem consequências imediatas para viajantes que gravam conteúdo em locais públicos e abrem questionamentos sobre o tratamento dispensado a estrangeiros detidos.

Relato da amiga e condições dentro da detenção

Bruna Mercatelli publicou vídeos nas redes sociais em 22/10 relatando que passou a madrugada sem receber água ou comida enquanto esteve retida. Ela afirmou que foi interrogada, que os celulares foram recolhidos e que foi levada a uma penitenciária antes de ser transferida ao aeroporto.

Segundo o relato, o trajeto até o aeroporto ocorreu em um camburão fechado sem ventilação, e a viagem durou entre três e quatro horas. Bruna também disse que teve medo de sofrer violência e descreveu um banheiro em condições insalubres quando precisou ser conduzida até lá.

“Eu não consegui fazer xixi no banheiro, não deram comida para gente, não deram água. Quando eu pedi para ir ao banheiro, o policial — um tirão — me levou lá dentro, perto das celas das presas, sabe? Me levou num banheiro podre, não aceitei ir.”

Acusações, fiança e retorno ao Brasil

Malévola Alves e o grupo foram detidos em 20/10, durante um passeio por catacumbas em Alexandria, depois de gravarem vídeos em espaços públicos. As autoridades informaram que as brasileiras foram acusadas de atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes.

As detidas foram liberadas em 21/10 após o pagamento de uma fiança estimada em cerca de R$ 10 mil. Durante o processo, houve fotografia de passaportes, assinatura de termos e registro de digitais; os celulares permaneceram retidos e, conforme o relato, a informação passada foi que os aparelhos estariam com a embaixada brasileira.

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Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com Malévola Alves no Egito durante a visita a Alexandria?

Malévola Alves foi detida em Alexandria em 20/10, depois de gravar vídeos em espaços públicos; as autoridades acusaram o grupo de atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes. As brasileiras passaram horas em delegacia e penitenciária e foram liberadas em 21/10 mediante fiança.

Quanto foi a fiança paga para liberar Malévola Alves e as companheiras?

A fiança que garantiu a liberação de Malévola Alves e das demais brasileiras foi estimada em cerca de R$ 10 mil. Após o pagamento, o grupo teve passaportes fotografados, assinou termos e seguiu para embarque, com retorno ao Brasil previsto para a noite de 22/10, com desembarque estimado por volta das 22h30.

Que condições Bruna Mercatelli descreveu sobre a detenção junto de Malévola Alves?

Bruna Mercatelli relatou que, durante a detenção de Malévola Alves, não receberam comida nem água por parte do estabelecimento prisional em parte do período, foram interrogadas por horas, tiveram os celulares recolhidos e foram transportadas por três a quatro horas em um camburão sem ventilação até o aeroporto.

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POR Samuel Vitor
Samuel Vitor

Social media e notícias em tempo real | Samuel Vitor cuida da presença do Jornal Liberdade nas redes sociais e da publicação minuto a minuto. Fica de olho no que viraliza e leva a notícia ao público assim que ela acontece.

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