UFMG — Estudantes e segmentos da comunidade universitária em Minas Gerais ampliaram a mobilização para o segundo turno, focando em reduzir abstenções e levar o debate eleitoral para além do campus, com ações que combinam logística de transporte e mapeamento de eleitores em áreas urbanas e rurais.
Ações práticas: caronas e tenda permanente
Na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em Mariana, surgiu a iniciativa chamada Carona Voluntária, que mapeia alunos que não conseguiram votar no primeiro turno por falta de recursos ou distância e busca articular a oferta de deslocamento comunitário para o segundo turno.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Na UFMG, reuniões no Diretório Acadêmico Alfredo Balena (DAAB) discutiram a instalação de uma tenda permanente e a divisão de estudantes em três grandes grupos de atuação, além de articulações que envolvem funcionários e professores por meio do Comitê UFMG.
“Este formulário tem como objetivo mapear o número de caronas que pode ser ofertado dentro da comunidade universitária dos campus da UFOP em Mariana.”
Mapeamento de eleitores e estratégia de campo
Uma ferramenta independente chamada Onde dá pra conversar usa resultados do primeiro turno para apontar seções eleitorais onde houve votos em branco, anulações ou não comparecimento e estima pontos onde há potencial para novas conversas com eleitores.
A proposta é combinar esses dados com atuação presencial em espaços cotidianos — ruas, feiras, padarias e pontos de ônibus — para abordar eleitores, ouvir suas demandas e incentivar o comparecimento às urnas no dia 25 de outubro, especialmente em locais com maior incidência de abstenção.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
O que é a Carona Voluntária criada na UFOP e como ela pretende atuar em Mariana?
A iniciativa Carona Voluntária na UFOP e a mobilização associada à UFMG mapeiam estudantes que não votaram no primeiro turno por motivo de distância ou custo, reunindo demandas via formulário e organizando, a partir da própria comunidade universitária, ofertas de transporte para o dia 25 de outubro.
Quais ações específicas a UFMG articulou para o segundo turno?
A UFMG organizou reuniões no Diretório Acadêmico Alfredo Balena, planejou a instalação de uma tenda permanente de campanha e formou três grupos de atuação estudantil, além de envolver funcionários e professores por meio do Comitê UFMG, com o objetivo de ampliar a participação da comunidade na disputa eleitoral.
Como funciona o site “Onde dá pra conversar” e que dados ele usa para mapear zonas estratégicas?
O site “Onde dá pra conversar”, citado na mobilização que envolve UFMG e UFOP, utiliza os resultados do primeiro turno para localizar seções em um raio de até 1 km, estimando votos potencialmente conquistáveis para indicar bairros onde a conversa presencial pode converter eleitores antes do segundo turno.
Marcos Antonio