Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) — um novo incêndio em instalações da instituição, registrado na noite de quarta-feira (7) em Recife, interrompeu pesquisas e elevou a preocupação sobre segurança nos campi após ser o terceiro episódio semelhante em sete dias.
Danos imediatos e pesquisas comprometidas
O prédio afetado, de dois pavimentos, abriga centros de pesquisa nas áreas de educação física, biologia e biomedicina. Entre os projetos em andamento estavam estudos sobre câncer, Covid-19 e transtorno do espectro autista (TEA).
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →O incêndio atingiu principalmente salas do primeiro andar, destruindo equipamentos e amostras acumuladas ao longo de duas décadas. A administração da universidade estima prejuízos com equipamentos em até R$ 100 milhões, além da interrupção de trabalhos de professores, mestrandos, doutorandos e alunos de iniciação científica.
Prejuízos com equipamentos destruídos podem chegar a R$ 100 milhões, e há perda de amostras acumuladas ao longo de duas décadas.
Investigação federal e sequência de ocorrências
A Polícia Federal (PF) enviou peritos ao local e instaurará um inquérito para apurar as circunstâncias e possíveis causas do incêndio. A perícia deverá avaliar a estrutura do prédio e reunir evidências que possam esclarecer como as chamas se originaram.
O trabalho do Corpo de Bombeiros, que incluiu combate às chamas e rescaldo, foi concluído por volta das 5h de quinta-feira (8). Autoridades ainda apuram a quantidade exata de laboratórios atingidos; trata‑se do terceiro incêndio registrado em instalações da UFPE na mesma semana, o que amplia a investigação sobre padrão e causas.
O que você acha? Você acredita que a investigação da Polícia Federal vai esclarecer as causas desses incêndios na UFPE? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
O que aconteceu nos laboratórios da UFPE na noite de 7 de outubro em Recife?
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) registrou um incêndio na noite de quarta‑feira, 7 de outubro, em um prédio que abriga centros de pesquisa em educação física, biologia e biomedicina. O combate às chamas terminou por volta das 5h de quinta (8) e houve destruição de equipamentos e perda de amostras usadas em pesquisas sobre câncer, Covid‑19 e TEA.
Quem vai investigar o incêndio que atingiu os laboratórios da UFPE e quais medidas foram tomadas?
A Polícia Federal (PF) enviou peritos ao local e instaurará um inquérito para apurar as circunstâncias do incêndio. O Corpo de Bombeiros realizou o combate e o rescaldo, finalizado por volta das 5h do dia 8, e a perícia federal deve avaliar estrutura, possíveis falhas técnicas e reunir vestígios para identificar causas e responsabilidades.
Quais pesquisas foram afetadas pelo incêndio na UFPE e qual o prejuízo estimado?
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) teve afetadas pesquisas sobre câncer, Covid‑19 e transtorno do espectro autista (TEA), entre outras atividades científicas. A estimativa preliminar de prejuízos com equipamentos chega a R$ 100 milhões, além da perda de amostras acumuladas ao longo de cerca de duas décadas.
Leticia Rodrigues