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Alaécio Gomes nega ligação a COAPH citada em documento de R$ 1 bi

Resumo

O vereador Alaécio Gomes divulgou vídeo nesta quinta-feira (15) negando qualquer ligação com a Cooperativa de Atendimento Pré e Hospitalar (COAPH) após seu nome aparecer em trechos de documento que integram investigação da Polícia Federal. Os papéis mencionam repasses via chave PIX e empresas apontadas como “noteiras”; o processo cita um suposto rombo de R$ 1 bilhão e seguirá apuração judicial.

Alaécio Gomes nega ligação a COAPH citada em documento de R$ 1 bi
Foto: Divulgação
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Alaécio Gomes — A defesa pública do vereador chegou em vídeo após seu nome ser relacionado a documentos que fazem parte de uma investigação sobre a Cooperativa de Atendimento Pré e Hospitalar (COAPH). A negativa pública coloca a peça no centro de um episódio que mistura movimentações financeiras digitais, imagens de papéis divulgadas por aplicativos e investigação da Polícia Federal.

Negativa do vereador e resposta judicial

O vídeo divulgado na quinta-feira (15) mostra Alaécio Gomes classificando a citação em documentos como uma acusação “leviana” e pedindo tranquilidade diante das menções. Ele afirmou que a situação será esclarecida na Justiça e que buscará os meios legais para se defender.

Além da manifestação em vídeo, há registros visuais dos documentos que circulam por redes e aplicativos de mensagens, o que ampliou a repercussão local antes de qualquer decisão judicial formal.

"leviana"

Documentos citam PIX, nomes e uso de 'noteiras'

Trechos de documento incluídos na apuração apontam que, em 21 de agosto de 2024, Cassio Sales teria encaminhado a chave PIX de Alaécio Gomes Agostinho para um repasse financeiro. O material descreve que o repasse teria sido efetivado por Cesar, identificado como Agamenon, apontado como contador da COAPH.

Os papéis também mencionam a dinâmica de pagamentos por meio de “noteiras”, termo usado para empresas fantasmas destinadas, segundo o documento, à ocultação de recursos. A investigação da Polícia Federal apura suspeitas de irregularidades envolvendo recursos públicos da saúde, com um suposto rombo estimado em R$ 1 bilhão.

As imagens dos documentos, publicadas em grupos e redes, aparecem com legendas que indicam reprodução via aplicativos de mensagem, o que acelerou a circulação da informação antes de comprovações formais.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

O que Alaécio Gomes disse ao se manifestar sobre a citação ao seu nome nos documentos da COAPH?

Alaécio Gomes divulgou um vídeo na quinta-feira (15) classificando a citação em documentos como “leviana” e pedindo tranquilidade. No mesmo comunicado, ele informou que vai buscar esclarecimento judicial e recorrer aos meios legais para apurar e contestar as alegações presentes nos papéis que circulam em redes e aplicativos.

Que evidências os documentos apontam sobre repasses ligados ao caso envolvendo a COAPH?

Alaécio Gomes aparece em trecho de documento que menciona o envio, em 21 de agosto de 2024, da chave PIX de Alaécio Gomes Agostinho por Cassio Sales para um repasse. O material também relata que o pagamento foi efetuado por Cesar, identificado como Agamenon, e descreve uso de “noteiras” como mecanismo de ocultação.

Quem investiga o caso e qual é o valor citado nos documentos sobre o suposto rombo?

Alaécio Gomes está entre os nomes mencionados em apuração que corre na Polícia Federal, conforme indicam os documentos que circulam. A investigação analisa suspeitas de irregularidades em recursos da saúde, e os papéis citam um suposto rombo estimado em R$ 1 bilhão relacionado às operações da COAPH.

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POR Thiago Nogueira
Thiago Nogueira

Redação e cobertura geral | Thiago Nogueira escreve sobre atualidades, cultura pop e assuntos variados, sempre com linguagem acessível e direta.

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