Caririaçu e Crato — A inclusão de empregadores dessas cidades na atualização nacional do cadastro traz à tona impactos locais e legais: são dois registros separados, cada um com um trabalhador mencionado, que agora constam publicamente após decisões administrativas.
Casos apurados em Caririaçu e Crato
Em Caririaçu, o nome registrado é Marcelo Pereira Feitosa, relacionado a uma ocorrência no Sítio Tataíra, zona rural, envolvendo atividade de criação de bovinos para corte. A ação fiscal foi realizada em 2025; a decisão administrativa de procedência consta em 5 de junho de 2025, com inclusão no cadastro em 6 de outubro de 2025.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →No Crato, o registro refere-se a Raimunda Airtes de Brito Cabral, vinculado a uma ocorrência de trabalho doméstico em residência particular, com um trabalhador apontado. A decisão administrativa de procedência está datada em 14 de novembro de 2025, e a inclusão no cadastro ocorreu em 6 de abril de 2026.
A atualização divulgada em 6 de outubro de 2026 incluiu 82 novos empregadores no cadastro nacional, casos decorrentes de fiscalizações realizadas entre 2024 e 2026 e envolvendo 553 trabalhadores.
O cadastro no Ceará e como funciona
No Ceará, a atualização lista 12 empregadores incluídos, com registros associados a Fortaleza, Jaguaruana, Reriutaba, Beberibe, Aracati, Caririaçu, Itaitinga, Eusébio, Crato e São Gonçalo do Amarante; em um caso o município não foi especificado.
A chamada "lista suja" é um cadastro público do Ministério do Trabalho e Emprego que reúne empregadores responsabilizados administrativamente por trabalho análogo à escravidão. A inclusão ocorre após decisão administrativa de procedência, a atualização é semestral e o nome permanece no cadastro por dois anos; a presença no rol não equivale, por si só, a condenação criminal.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que Caririaçu e Crato aparecem na 'lista suja' do trabalho análogo à escravidão?
Caririaçu e Crato aparecem na 'lista suja' porque empregadores nesses municípios tiveram autuações administrativas julgadas procedentes após fiscalizações. Em Caririaçu, o caso envolve Marcelo Pereira Feitosa no Sítio Tataíra (criação de bovinos), com decisão administrativa em 5 de junho de 2025 e inclusão em 6 de outubro de 2025; em Crato, Raimunda Airtes de Brito Cabral teve decisão em 14 de novembro de 2025, inclusa em 6 de abril de 2026.
O que significa estar na 'lista suja' e por quanto tempo os nomes ficam registrados?
Caririaçu e Crato constam na 'lista suja', que é o cadastro público do Ministério do Trabalho e Emprego sobre trabalho análogo à escravidão. A inclusão ocorre após decisão administrativa de procedência; a atualização é semestral e o nome do empregador permanece no cadastro por dois anos, sem equivaler automaticamente a condenação criminal.
Quantos empregadores do Ceará foram incluídos na atualização de outubro de 2026 e quais cidades aparecem?
Caririaçu e Crato integram o total de 12 empregadores do Ceará na atualização de 6 de outubro de 2026. As cidades mencionadas no estado são Fortaleza, Jaguaruana, Reriutaba, Beberibe, Aracati, Caririaçu, Itaitinga, Eusébio, Crato e São Gonçalo do Amarante; um dos registros não teve município especificado. Nacionalmente, a atualização trouxe 82 novos empregadores e envolveu 553 trabalhadores, com fiscalizações entre 2024 e 2026.
Rafael Menezes