FICCO — A ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará teve como foco desarticular um grupo investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e envolvimento em homicídios nas cidades de Crateús e Fortaleza, mobilizando cerca de 30 profissionais de diferentes corporações.
Mandados, prisões e medidas para atingir a estrutura financeira
A operação resultou na expedição de 13 mandados judiciais, dos quais cinco eram de prisão preventiva, além de outras oito medidas determinadas pelo Judiciário para interromper a atuação do grupo.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Também foram adotadas medidas patrimoniais com bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens vinculados aos investigados, com o objetivo declarado de enfraquecer a capacidade financeira da organização e garantir a efetividade de eventual responsabilização.
Foram expedidos 13 mandados judiciais, sendo cinco de prisão preventiva; também houve determinação de bloqueio de contas e sequestro de bens ligados aos investigados.
Investigação integrada e possíveis desdobramentos
A investigação que motivou a ação foi conduzida de forma integrada entre diversas forças de segurança, reunindo elementos sobre a comercialização de entorpecentes e crimes violentos praticados nas duas cidades.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios, e a apuração permanece aberta para identificar outros possíveis delitos.
A participação de múltiplas instituições na FICCO sinaliza que as fases operacionais e de análise patrimonial visam não só prender suspeitos, mas interromper o fluxo financeiro que sustenta a atividade criminal.
A operação mobilizou agentes para cumprir as medidas judiciais e executar atividades operacionais simultâneas em Crateús e Fortaleza, o que costuma acelerar a colheita de provas e o mapeamento de bens ligados às organizações.
Foto: Divulgação
O que você acha? Você acredita que as medidas patrimoniais vão enfraquecer o grupo investigado? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que foi a operação da FICCO que cumpriu mandados em Crateús e Fortaleza?
A FICCO realizou uma operação para desarticular um grupo investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios, cumprindo 13 mandados judiciais, incluindo cinco de prisão preventiva. A ação envolveu aproximadamente 30 profissionais de segurança e também determinou bloqueio de contas e sequestro de bens dos investigados.
Quem integra a FICCO e qual o papel dessas forças na ação?
A FICCO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará) é formada por Polícia Federal, Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS/CE), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP/CE) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Cada órgão contribui com investigação, inteligência e execução de medidas judiciais coordenadas.
Quais crimes os investigados poderão responder e o que muda com as medidas patrimoniais?
Os investigados poderão responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios, conforme apontado nas apurações. As medidas patrimoniais — bloqueio de contas e sequestro de bens — visam impedir o uso de recursos para manutenção das atividades criminosas e facilitar eventual ressarcimento ou confisco determinado pela Justiça.
Mariana Costa