Guilherme Correia Barros — a morte do jovem de 26 anos na UPA Lagoa Seca coloca em destaque o ciclo de recaídas e o impacto na família: ele deu entrada na unidade de saúde localizada na Rua Doutor Belém, em Juazeiro, já em estado grave e faleceu por volta das 22h na noite de quarta-feira (07), com suspeita de intoxicação exógena.
Chegada à UPA e suspeita de intoxicação
Guilherme trabalhou como gesseiro e residia na Rua Hilton Grangeiro Xavier, no bairro Leandro Bezerra. Equipes médicas registraram sua chegada em situação de agonia e constataram o óbito na sequência.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Guilherme morreu na UPA Lagoa Seca em Juazeiro.
Contexto familiar e judicial
Guilherme havia passado por uma clínica de reabilitação e, segundo os relatos, deixou a unidade antes de retomar o uso de drogas. Esse histórico é citado como parte do contexto que antecedeu a internação.
Ele não respondia a processos como acusado: aparece em apenas um processo na condição de testemunha. O irmão de Guilherme, Alexandre Correia Barros, de 22 anos, foi assassinado em 22 de novembro de 2020 na própria residência; os condenados pelo crime receberam sentenças em agosto de 2023 — uma pena de 25 anos e outra de 18 anos e nove meses.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Como e quando Guilherme Correia Barros deu entrada na UPA Lagoa Seca em Juazeiro?
Guilherme Correia Barros deu entrada na UPA Lagoa Seca, em Juazeiro, na noite de quarta-feira (07), já em estado agonizante, e faleceu por volta das 22h. A unidade fica na Rua Doutor Belém; o quadro apresentado pelos profissionais levantou suspeita de intoxicação exógena por substâncias entorpecentes.
Qual era o histórico de tratamento de Guilherme Correia Barros antes da morte?
Guilherme Correia Barros tinha passagem por uma clínica de reabilitação e havia saído da unidade antes de voltar a usar drogas, conforme o relato sobre o caso; ele tinha 26 anos e trabalhava como gesseiro, informação que integra o contexto considerado pela investigação.
Existe ligação entre a morte de Guilherme e o assassinato do irmão Alexandre?
Guilherme Correia Barros não era réu em processos criminais e aparece apenas como testemunha em um processo. O irmão Alexandre Correia Barros, de 22 anos, foi morto em 22 de novembro de 2020; em agosto de 2023, os condenados pelo crime receberam penas de 25 anos e de 18 anos e nove meses.
Gloria Maria