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Isabelle Caracristi: mãe pede justiça e acusa João Munhoz Neto

Resumo

Recentemente, a professora Isorlanda Caracristi publicou um vídeo nas redes sociais pedindo justiça pela morte da filha Isabelle e acusando o ex-namorado João Munhoz Neto de violência sexual e psicológica; João foi indiciado por violência psicológica e fraude processual, ficou 10 dias preso e responde às medidas cautelares em liberdade, enquanto o inquérito policial concluiu que a morte decorreu de uma precipitação voluntária.

Isabelle Caracristi: mãe pede justiça e acusa João Munhoz Neto
Foto: Divulgação
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Isabelle Caracristi — a mãe da estudante usou as redes sociais para transformar a dor em cobrança pública: em um vídeo de quase 10 minutos, Isorlanda pediu justiça pela filha, denunciou agressões e voltou a exigir apuração rigorosa do caso, ao mesmo tempo em que agradeceu o apoio recebido de familiares e amigos.

Acusações e apelo por justiça

Isorlanda acusou o ex-namorado, João Munhoz Neto, de praticar violência sexual e psicológica contra Isabelle, e disse que testemunhos colhidos durante a investigação apontam também para assédio contra outras mulheres no ambiente de trabalho.

No vídeo, a mãe criticou postagens difamatórias contra ela e a filha e reafirmou a confiança na Justiça, afirmando que transformará a dor em força para lutar por todas as mulheres que sofrem violência.

"A Isabelle continua viva em mim: no amor que plantou, na memória do seu sorriso e em cada lembrança do ser humano lindo, carismático, alegre e cheio de luz que ela sempre foi. Uma vida tão cheia de futuro, interrompida de forma tão violenta e precoce", escreveu Isorlanda em publicação nas redes sociais.

Investigação, indiciamento e liberdade provisória

O inquérito policial foi concluído em 30 de setembro com 17 laudos periciais, e a Polícia Civil apontou que a morte decorreu de uma precipitação voluntária da estudante. O namorado, João Munhoz Neto, foi indiciado por violência psicológica e por fraude processual.

João foi preso em 22 de setembro e permaneceu detido por 10 dias; após a soltura ele cumpre medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, enquanto responde criminalmente em liberdade.

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Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

O que Isorlanda Caracristi disse sobre a morte de Isabelle nas redes sociais?

Isorlanda Caracristi publicou um vídeo de quase dez minutos em que falou da dor e da saudade por Isabelle, afirmou ter recebido apoio de familiares e pediu justiça. Na publicação ela também acusou o ex-namorado João Munhoz Neto de violência sexual e psicológica, citando depoimentos reunidos pela investigação.

Qual é a situação jurídica de João Munhoz Neto no caso de Isabelle?

João Munhoz Neto foi indiciado por violência psicológica e por fraude processual, segundo o inquérito que concluiu a investigação. Ele foi preso em 22 de setembro, permaneceu 10 dias detido e foi liberado para cumprir medidas cautelares, incluindo o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

O que a investigação concluiu sobre a causa da morte de Isabelle?

O inquérito policial sobre a morte de Isabelle foi concluído em 30 de setembro com 17 laudos periciais e apontou que a causa foi uma precipitação voluntária. Esse relatório integra a investigação que resultou no indiciamento de João Munhoz Neto por violência psicológica e fraude processual.

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POR Beatriz Farias
Beatriz Farias

Cobertura e plantão de notícias | Beatriz Farias acompanha os principais acontecimentos e mantém as matérias sempre atualizadas. Trabalha com rapidez, apuração cuidadosa e texto claro.

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