Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro — as duas campanhas formalizaram, em 22/10/2026, um acordo excepcional: uma petição conjunta que autoriza a abertura imediata, simultânea e integral dos sigilos bancário, telefônico e fiscal de ambos, com pedido expresso para tornar as informações públicas. A medida coloca o Tribunal Superior Eleitoral no centro da decisão sobre acesso e transparência.
Amplitude do acesso e pessoas incluídas
A petição prevê que os sigilos autorizados atinjam não só os candidatos, mas também familiares e entidades ligadas a cada um: no caso de Lula, constam o Instituto Lula e a empresa L.I.L.S. Palestras.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →No rol referente a Flávio Bolsonaro aparecem familiares, empresas das quais ele é sócio, mensagens trocadas com Daniel Vorcaro e contas no exterior, incluindo a Alcazar Holdings, registrada na Ilha da Madeira e diretamente relacionada a Willer Tomaz — alvo de investigação da Polícia Federal sobre possível sociedade oculta.
“É preciso que o sigilo e todas as autorizações sejam feitas hoje, para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão e quem não é ladrão nesse país.” — Camilo Santana (PT)
Prazo, trâmite e quem decide sobre a divulgação
O documento foi protocolado no TSE após uma reunião entre as equipes, com chegada ao tribunal por volta das 11h10 e duração superior a uma hora; a petição solicita que as operadoras de telefonia e o Banco Central forneçam os dados a pedido do ministro responsável, André Mendonça.
Os signatários pedem que as informações sejam disponibilizadas em endereço eletrônico de livre acesso — por exemplo, um site público ou o sistema DivulgaCand — e estabeleceram, no texto, que os dados fiquem acessíveis até as 23h59 da quinta-feira indicada na petição. A peça foi assinada pelo presidente Lula e por Maria Claudia Bucchianeri, da equipe jurídica de Flávio Bolsonaro.
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Perguntas Frequentes
Quando Lula e Flávio Bolsonaro protocolaram a petição no TSE e qual foi o pedido principal?
A petição de Lula e Flávio Bolsonaro foi entregue ao Tribunal Superior Eleitoral em 22/10/2026 e pede a quebra imediata, simultânea e total dos sigilos bancário, telefônico e fiscal de ambos, além da divulgação pública dos dados em plataforma de livre acesso, com prazo para disponibilização até as 23h59 do mesmo dia.
O que exatamente a autorização de sigilo de Lula e Flávio Bolsonaro inclui?
A autorização relativa a Luiz Inácio Lula da Silva inclui familiares, o Instituto Lula e a empresa L.I.L.S. Palestras; a de Flávio Bolsonaro alcança familiares, empresas das quais ele é sócio, mensagens com Daniel Vorcaro e contas no exterior, citando a Alcazar Holdings e o nome de Willer Tomaz, que é alvo de apuração da Polícia Federal.
Quem decide e como será feita a divulgação dos dados autorizados por Lula e Flávio Bolsonaro?
O ministro André Mendonça, responsável pelo caso no TSE, precisa autorizar a abertura e requisitar os dados às operadoras de telefonia e ao Banco Central; as campanhas pediram que as informações sejam publicadas em endereço eletrônico público, como um site ou o sistema DivulgaCand, e a petição foi assinada por Lula e por Maria Claudia Bucchianeri.
Beatriz Farias