Siga o Jornal Liberdade no Google Clique em Seguir e não perca nenhuma novidade. Seguir Política

Lula mobiliza 30 mil em Curitiba por reeleição

Resumo

Na quinta-feira (8), cerca de 30 mil pessoas foram às ruas de Curitiba em defesa da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, concentrando-se na Praça Santos Andrade, em frente ao Prédio Histórico da UFPR, e percorrendo as principais vias do centro. O ato uniu estudantes universitários e secundaristas, movimentos sociais e sindicatos, em uma mobilização que amplia a ofensiva da campanha após a votação do primeiro turno.

Lula mobiliza 30 mil em Curitiba por reeleição
Foto: Divulgação
Pergunte à IA sobre isto:

Lula — a mobilização em Curitiba deixou claro o protagonismo da juventude na disputa: aproximadamente 30 mil pessoas saíram às ruas na quinta-feira (8) para defender a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, com grande concentração na Praça Santos Andrade e passagem pelas vias centrais da cidade. O movimento é apresentado como uma resposta direta ao resultado do primeiro turno e uma tentativa de virar a corrida eleitoral.

Força estudantil e pluralidade de pautas

O protesto foi liderado por estudantes universitários e secundaristas, com presença visível de diretórios acadêmicos e coletivos. Entre as vozes nas ruas havia também representantes de sindicatos, movimentos por moradia e por terra, além de apoiadores que se aproximaram independentemente de organizações formais.

Organizações que convocaram a ação incluem os Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) da UFPR e da UTFPR, a União Paranaense dos Estudantes (UPE), a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). A mobilização passou pela Praça Santos Andrade, palco simbólico por ficar em frente ao Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná.

“Por aqueles que não puderam vir, por aqueles que morreram na pandemia também. Seria uma hipocrisia a gente votar no Flávio Bolsonaro quando todas as políticas para a classe trabalhadora pertencem ao governo Lula. Não é um dos melhores governos, mas é o que está nos fortalecendo, está do nosso lado.”

Contexto eleitoral e pressão digital

O ato de Curitiba integra uma sequência de mobilizações estudantis em várias cidades que buscam virar o segundo turno após a apuração do primeiro. No domingo (4), Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos contra 45,16% de Luiz Inácio Lula da Silva, uma diferença de 2,2 milhões de votos que intensificou a chamada para reverter o resultado.

Nas vésperas do protesto, houve ainda episódios de interrupção na divulgação: na terça-feira (6) perfis dos DCEs da UFPR e da UTFPR foram removidos no Instagram, e posteriormente o perfil da UPE também foi suspenso, o que levou à organização por canais alternativos, grupos de WhatsApp e divulgação boca a boca nos campi.

O que você acha? Você considera que essa mobilização estudantil pode virar a disputa nas urnas? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

Quantas pessoas participaram do ato em Curitiba e onde foi a concentração?

Luiz Inácio Lula da Silva teve uma mobilização que reuniu cerca de 30 mil pessoas na Praça Santos Andrade, em frente ao Prédio Histórico da UFPR, na quinta-feira (8). O cortejo percorreu as principais ruas do Centro de Curitiba e trouxe estudantes universitários e secundaristas como núcleo central do protesto.

Quem organizou a mobilização estudantil em defesa da reeleição de Lula em Curitiba?

Luiz Inácio Lula da Silva foi o foco da ação organizada por Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) da UFPR e da UTFPR, pela União Paranaense dos Estudantes (UPE), pela União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), pela UNE e pela UBES. Também se somaram sindicatos, movimentos por moradia e apoiadores não filiados a coletivos.

Houve problemas nas redes sociais durante a convocação dos atos em Curitiba?

Luiz Inácio Lula da Silva teve parte da articulação prejudicada por remoções: na terça-feira (6) os perfis dos DCEs da UFPR e da UTFPR foram suspensos no Instagram, seguido da derrubada do perfil da UPE, o que levou organizadores a intensificar a divulgação por WhatsApp e outros canais alternativos.

Compartilhar:
POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino responde pela linha editorial do Jornal Liberdade. Coordena a curadoria, a revisão e a publicação das matérias, cuidando para que cada texto chegue ao leitor com qualidade e coerência.

Talvez Você Goste