Pacujá — Um incêndio florestal que afeta a zona rural de Pacujá, no interior do Ceará, permanece sem controle e já ameaça comunidades próximas, exigindo esforços coordenados de combate e um pedido formal de apoio aéreo ao Governo do Estado.
Mobilização no terreno e dificuldades de acesso
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE), bombeiros civis do município de Varjota, voluntários e moradores locais atuam na linha de frente do combate. Inicialmente, cerca de 10 bombeiros militares, cinco bombeiros civis e 11 moradores participaram das operações.
Fábio Bertoldo: empresário morre após caminhonete tombar na CE-183
Leia a matéria completa →
Manoel Gomes apresenta Ester Muniz como “esposa” em vídeos pós-derrota
Veja o que aconteceu →
Pernambuco: partidos de direita e prefeito do Recife apoiam Lula
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →A área atingida apresenta vegetação densa e terreno irregular, com desníveis que dificultam deslocamento e a execução das ações. Essas condições têm limitado a progressão das frentes e exigido uso de ferramentas manuais e táticas de contenção.
"Estou aqui na comunidade de Bananeira acompanhando de perto um incêndio que está acontecendo lá no serrote, entre as comunidades de Bananeira e Boqueirão. Esse incêndio acarreta muitos prejuízos, principalmente para as pessoas idosas das comunidades, para os animais e para a vegetação. A gente está unindo forças para que esse incêndio seja contido o mais rápido possível."
Recursos usados e pedido de reforço aéreo
As ações no terreno têm incluído a formação de linha de defesa e o combate direto às chamas com motos-sopradores, foices e facões, além de esforço humano para retirada de material combustível. Em parte do perímetro, as equipes conseguiram estabilizar o flanco esquerdo para reduzir avanço.
Em razão da extensão da área e da dificuldade de acesso, o prefeito Pedro Allan sobrevoou a região e solicitou apoio do Governo do Estado, pedindo vistoria por aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) e envio de tanques de água para reforçar o combate.
O que você acha? Você considera suficientes as ações adotadas pelas equipes para conter o incêndio? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Quando começou o incêndio em Pacujá e qual é a situação atual do fogo?
O incêndio em Pacujá teve início em 10 de outubro e, até a última atualização, permanece sem controle. A operação enfrenta vegetação bastante fechada e terreno irregular com diversos desníveis, fatores que dificultam o acesso e a contenção, apesar das ações para estabelecer linhas de defesa e reduzir o avanço das chamas.
Quem está atuando no combate ao incêndio em Pacujá e quais recursos foram empregados?
No combate ao incêndio em Pacujá atuam bombeiros militares do Ceará, bombeiros civis de Varjota, voluntários e moradores locais; a participação inicial somou cerca de 10 bombeiros militares, cinco civis e 11 moradores. Foram empregados motos-sopradores, foices e facões para contenção, além de operações coordenadas para proteger comunidades ameaçadas.
Quais comunidades de Pacujá foram atingidas e que medidas o poder público solicitou?
As comunidades de Bananeira, Boqueirão e Zipu estão entre as áreas acompanhadas em Pacujá, onde moradores e idosos podem sofrer prejuízos. O prefeito Pedro Allan sobrevoou a região e solicitou apoio ao Governo do Estado, incluindo vistoria por aeronave da Ciopaer e o envio de tanques de água para reforçar o combate ao fogo.
Samuel Vitor