Sônia Pinheiro — A morte da jornalista, ocorrida na noite da última quinta-feira (15), fecha um ciclo que marcou o colunismo social cearense por mais de cinco décadas; a ausência da profissional foi rapidamente sentida por colegas e entidades que destacam seu papel na documentação da vida pública e cultural do Estado.
Trajetória que ajudou a formar o colunismo social
Sônia Pinheiro começou a carreira nos anos 1970, nas redações do jornal O Estado, atuando nas editorias social e policial antes de migrar para outras publicações do Ceará. Natural de Natal, ela viveu e trabalhou em Fortaleza grande parte da vida profissional.
Ceará: polo calçadista recebe pacote com mais de R$ 140 milhões
Leia a matéria completa →
Nego Jader: velório em Santana de Parnaíba após seis dias de internação grave
Veja o que aconteceu →
Global Election Simulator: ferramenta que não é pesquisa eleitoral
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Ao longo da carreira, passou por Correio do Ceará e Tribuna do Ceará; no Diário do Nordeste foi pioneira do caderno DN-Gente, enquanto em O Povo manteve coluna social diária e assinou páginas da revista O POVO People Luxo. No jornal O Otimista, destacou-se pela coluna Tapis Rouge.
"Seu trabalho no colunismo social deixa um legado de registros, encontros e histórias que atravessaram décadas e ajudaram a preservar a memória da sociedade cearense."
Reconhecimento institucional e reação da categoria
A atuação de Sônia rendeu homenagens ao longo dos anos: em 2016 ela recebeu o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira da Câmara Municipal; em 2022 foi agraciada com a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.
Entidades de jornalistas do Estado lamentaram a perda e ressaltaram que Sônia acompanhou gerações de personalidades, registrando eventos sociais, culturais e políticos, além de construir uma relação próxima com leitores e personagens que frequentavam suas colunas.
O que você acha? O que você acha dessa perda para o jornalismo social cearense? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Onde e quando foi o velório de Sônia Pinheiro?
O velório de Sônia Pinheiro ocorreu na manhã de sexta-feira (16) no Jardim Metropolitano, em Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. A cerimônia seguiu o anúncio da morte na noite da quinta-feira (15), reunindo amigos, colegas e representantes de entidades de imprensa do Ceará.
Qual foi a trajetória profissional de Sônia Pinheiro no jornalismo?
Sônia Pinheiro teve mais de cinco décadas de carreira iniciada nos anos 1970, começando como repórter no jornal O Estado e passando por Correio do Ceará e Tribuna do Ceará. No Diário do Nordeste criou o caderno DN-Gente; em O Povo assinou coluna diária e a revista O POVO People Luxo; no O Otimista manteve Tapis Rouge.
Quais homenagens Sônia Pinheiro recebeu durante a carreira?
Sônia Pinheiro foi reconhecida institucionalmente com o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira da Câmara Municipal, ambas em 2016, e com a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho em 2022, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.
Vinicius Balbino