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Sônia Pinheiro: colunista social morre após cinco décadas de carreira

Resumo

A jornalista Sônia Pinheiro, referência do colunismo social no Ceará, morreu na noite da última quinta-feira (15). O velório foi realizado na manhã de sexta-feira (16) no Jardim Metropolitano, em Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. Com mais de cinco décadas de carreira iniciada nos anos 1970, ela atuou em veículos como O Estado, Diário do Nordeste, O Povo e O Otimista e recebeu diversas homenagens institucionais.

Sônia Pinheiro: colunista social morre após cinco décadas de carreira
Foto: Divulgação
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Sônia Pinheiro — A morte da jornalista, ocorrida na noite da última quinta-feira (15), fecha um ciclo que marcou o colunismo social cearense por mais de cinco décadas; a ausência da profissional foi rapidamente sentida por colegas e entidades que destacam seu papel na documentação da vida pública e cultural do Estado.

Trajetória que ajudou a formar o colunismo social

Sônia Pinheiro começou a carreira nos anos 1970, nas redações do jornal O Estado, atuando nas editorias social e policial antes de migrar para outras publicações do Ceará. Natural de Natal, ela viveu e trabalhou em Fortaleza grande parte da vida profissional.

Ao longo da carreira, passou por Correio do Ceará e Tribuna do Ceará; no Diário do Nordeste foi pioneira do caderno DN-Gente, enquanto em O Povo manteve coluna social diária e assinou páginas da revista O POVO People Luxo. No jornal O Otimista, destacou-se pela coluna Tapis Rouge.

"Seu trabalho no colunismo social deixa um legado de registros, encontros e histórias que atravessaram décadas e ajudaram a preservar a memória da sociedade cearense."

Reconhecimento institucional e reação da categoria

A atuação de Sônia rendeu homenagens ao longo dos anos: em 2016 ela recebeu o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira da Câmara Municipal; em 2022 foi agraciada com a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.

Entidades de jornalistas do Estado lamentaram a perda e ressaltaram que Sônia acompanhou gerações de personalidades, registrando eventos sociais, culturais e políticos, além de construir uma relação próxima com leitores e personagens que frequentavam suas colunas.

O que você acha? O que você acha dessa perda para o jornalismo social cearense? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

Onde e quando foi o velório de Sônia Pinheiro?

O velório de Sônia Pinheiro ocorreu na manhã de sexta-feira (16) no Jardim Metropolitano, em Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. A cerimônia seguiu o anúncio da morte na noite da quinta-feira (15), reunindo amigos, colegas e representantes de entidades de imprensa do Ceará.

Qual foi a trajetória profissional de Sônia Pinheiro no jornalismo?

Sônia Pinheiro teve mais de cinco décadas de carreira iniciada nos anos 1970, começando como repórter no jornal O Estado e passando por Correio do Ceará e Tribuna do Ceará. No Diário do Nordeste criou o caderno DN-Gente; em O Povo assinou coluna diária e a revista O POVO People Luxo; no O Otimista manteve Tapis Rouge.

Quais homenagens Sônia Pinheiro recebeu durante a carreira?

Sônia Pinheiro foi reconhecida institucionalmente com o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira da Câmara Municipal, ambas em 2016, e com a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho em 2022, concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino responde pela linha editorial do Jornal Liberdade. Coordena a curadoria, a revisão e a publicação das matérias, cuidando para que cada texto chegue ao leitor com qualidade e coerência.

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