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João Munhoz Neto: Justiça arquiva investigação por feminicídio

Resumo

A Justiça do Ceará determinou o arquivamento da investigação por feminicídio e indução ao suicídio contra João Munhoz Neto, ligado à morte da estudante Isabelle Caracristi em Fortaleza. A decisão, da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, é parcial: o investigado permanece com medidas cautelares, entre elas tornozeleira eletrônica, e responde por suspeitas de violência psicológica e fraude processual que serão analisadas pela justiça especializada.

João Munhoz Neto: Justiça arquiva investigação por feminicídio
Foto: Divulgação
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João Munhoz Neto — a Justiça do Ceará encerrou a apuração referente a feminicídio e indução ao suicídio envolvendo o caso da estudante Isabelle Caracristi, mas deixou em aberto investigações sobre outras condutas que podem resultar em responsabilização na esfera penal.

Arquivamento parcial e efeitos imediatos

A 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza acolheu o pedido de arquivamento relativo às apurações por crimes dolosos contra a vida, após manifestação do Ministério Público do Ceará. Esse arquivamento não equivale a absolvição e vale apenas para essas duas hipóteses penais.

João Munhoz Neto segue em liberdade e submetido a medidas cautelares determinadas pela Justiça, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica. O processo que trata das demais suspeitas foi redistribuído para o juízo especializado em violência doméstica.

O arquivamento alcança exclusivamente as apurações por feminicídio e por indução ao suicídio; as suspeitas de violência psicológica e de fraude processual seguem em análise na Justiça competente.

Investigações remanescentes e base probatória

A Polícia Civil indiciou João Munhoz Neto por violência psicológica contra a mulher e por fraude processual, e encaminhou esses elementos aos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza para continuidade da análise.

O inquérito reuniu 29 depoimentos e cerca de 700 imagens de câmera de segurança, além de 17 laudos periciais produzidos pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce). Entre os pontos examinados estão episódios como limpeza do apartamento e a busca pelo celular da vítima.

O que você acha? O que você acha dessa decisão da Justiça? Para acompanhar outros desdobramentos sobre segurança e investigações, acesse nossa editoria Segurança.

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Perguntas Frequentes

O que a Justiça do Ceará decidiu sobre João Munhoz Neto neste caso?

A Justiça do Ceará determinou o arquivamento da investigação contra João Munhoz Neto por feminicídio e indução ao suicídio, decisão proferida pela 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza. O arquivamento é parcial: as apurações referentes a esses dois crimes foram encerradas em relação ao investigado, mas outras suspeitas permanecem em tramitação.

Quais crimes continuam sob apuração contra João Munhoz Neto?

João Munhoz Neto segue sob investigação por violência psicológica contra a mulher e por fraude processual, com o procedimento encaminhado aos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza. O indiciamento da Polícia Civil considerou elementos como a limpeza do apartamento e a procura pelo celular de Isabelle.

O que as perícias concluíram sobre a morte de Isabelle Caracristi?

As perícias sobre a morte de Isabelle Caracristi, ocorrida em 13 de setembro de 2026, concluíram por precipitação voluntária conforme os laudos do inquérito. O trabalho pericial incluiu 17 laudos e envolveu cerca de 22 peritos, além da análise de aproximadamente 700 imagens de câmeras e 29 depoimentos colhidos durante a investigação.

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POR Samuel Vitor
Samuel Vitor

Social media e notícias em tempo real | Samuel Vitor cuida da presença do Jornal Liberdade nas redes sociais e da publicação minuto a minuto. Fica de olho no que viraliza e leva a notícia ao público assim que ela acontece.

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