Lula — Em entrevista ao Flow Podcast na noite de quinta-feira (1º), o presidente e candidato à reeleição apresentou números que, na sua avaliação, mostram resistência e capacidade de diversificação do comércio exterior brasileiro diante das medidas tarifárias dos Estados Unidos.
Impacto imediato no comércio e compensações
O principal dado apresentado foi a redução de 9,7% no comércio com os Estados Unidos após o tarifaço, acompanhada, segundo o presidente, por saltos nas vendas a outros parceiros. A maior compensação veio da China, com aumento de 20%.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além da China, foram citados crescimentos de 15% nas vendas à Indonésia, 15% à Alemanha e 14% ao Vietnã, além de incremento em negócios com outros 57 países, o que, segundo Lula, resultou em R$ 80 bilhões de superávit na balança comercial.
“O Trump tem que saber que ele toma conta dos EUA, do Brasil cuido eu. Ao invés de ficar chorando, eu fui procurar parceiros, eu fui vender as minhas coisas. Você acha que eu vou me importar com o Trump… O que eu quero é respeito.”
Postura sobre pressões e tecnologia
Na mesma entrevista, o presidente deixou claro que não aceitará pressões dos Estados Unidos em áreas estratégicas como inteligência artificial, minerais críticos e terras raras, e afirmou que China e EUA podem ser parceiros do Brasil.
Ele também acusou o protecionismo norte-americano como motivação para o tarifaço, citando que, em 15 anos, os EUA teriam acumulado um superávit de R$ 415 bilhões — argumento usado para sustentar a estratégia brasileira de buscar mercados alternativos.
O que você acha? Você concorda que diversificar compradores é a melhor resposta ao tarifaço? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que Lula disse sobre o efeito do tarifaço dos EUA no comércio brasileiro?
Lula afirmou que o tarifaço dos Estados Unidos levou a uma queda de 9,7% no comércio bilateral, mas destacou que o Brasil compensou parte dessa perda ao ampliar vendas para outros parceiros, resultando, segundo ele, em R$ 80 bilhões de superávit na balança comercial.
Como mudaram as exportações do Brasil para outros países após o conflito tarifário?
A balança comercial brasileira, citada por Lula, registrou aumento de 20% nas vendas para a China, além de ganhos de 15% para Indonésia e Alemanha e 14% para o Vietnã; o presidente mencionou também crescimento em negócios com 57 outros países como resposta à queda nas vendas aos EUA.
Qual foi a posição de Lula sobre pressões dos EUA em tecnologia e minerais?
Na entrevista, Lula afirmou que não aceitará pressões dos Estados Unidos no desenvolvimento de inteligência artificial, minerais críticos ou terras raras, e defendeu a ideia de que China e EUA podem ser parceiros do Brasil, mantendo autonomia nas negociações.
Samuel Vitor