Val Marchiori — a empresária foi alvo de uma decisão judicial que a obriga, junto com o marido, ao pagamento de R$ 3,4 mil por serviços elétricos executados em um imóvel em Angra dos Reis, e já anunciou que irá recorrer para proteger sua reputação.
O que decidiu o juiz e qual foi a fundamentação
A sentença, assinada pelo juiz Paulo Rogério Malvezzi em 9 de outubro, reconheceu que houve inspeção elétrica e que o trabalho beneficiou os réus, julgando procedente o pedido de pagamento dos serviços no valor de R$ 3,4 mil.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →O magistrado rejeitou a tese do casal de que seriam meros destinatários finais do projeto e, por isso, não responsáveis pela contratação. O pedido de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil foi negado por falta de provas sobre as supostas ameaças atribuídas a Amilton.
“Quero deixar claro: nem eu nem meu marido reconhecemos essa dívida ou qualquer responsabilidade por ela. Vou recorrer da decisão judicial. Não pelos R$ 3.400, que, graças a Deus, não me fazem falta, mas por uma questão de princípio, respeito e justiça. Não se trata de dinheiro. Trata-se da verdade, da minha honra e da honra da minha família. Não aceitarei que meu nome seja injustamente manchado. Confio na Justiça e seguirei lutando para que todos os fatos sejam esclarecidos.”
Origem da disputa e papel do intermediador
A ação que levou à condenação foi movida em 18 de agosto por Lucas Soares Ferreira, eletricista autônomo que afirma ter realizado a inspeção e pequenos reparos em maio, com acordo de pagamento de R$ 3,4 mil não quitado.
O processo também incluiu o engenheiro André Alves Justino, apontado como quem intermediou a contratação. A sentença excluiu André da responsabilidade financeira, entendendo que sua participação ficou restrita à intermediação, enquanto o casal permaneceu como beneficiário direto dos serviços.
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Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que Val Marchiori foi condenada a pagar R$ 3,4 mil?
Val Marchiori foi condenada porque a Justiça considerou comprovada a realização de uma inspeção elétrica no imóvel do casal em Angra dos Reis, e o juiz entendeu que o serviço beneficiou diretamente os réus; a decisão, proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, reconheceu o direito de Lucas Soares Ferreira ao pagamento do valor acordado.
Quem é Lucas Soares Ferreira e qual foi sua reivindicação na ação?
Lucas Soares Ferreira é o eletricista autônomo que moveu a ação em 18 de agosto, alegando ter concluído os serviços em maio e não ter recebido os R$ 3,4 mil combinados; no processo, ele também pediu R$ 5 mil por danos morais, pedido esse que foi rejeitado na sentença.
Qual foi o papel de André Alves Justino na negociação e como a Justiça o tratou?
O engenheiro André Alves Justino aparece nos autos como intermediador da negociação entre o profissional e o casal; a Justiça entendeu que sua participação foi limitada à intermediação e o excluiu da responsabilização pelo pagamento, transferindo a obrigação aos beneficiários diretos do serviço.
Gloria Maria